Pode não causar sintomas
Algumas pessoas não percebem nenhuma alteração, mas ainda podem transmitir a infecção. Por isso, uma possível exposição ou o diagnóstico de uma parceria merece orientação.
Alterações no corrimento, odor, coceira, ardência ou desconforto podem ser avaliadas em consulta para investigar a causa e orientar os exames e o tratamento.
Atendimento presencial e bilíngue no Jardim Botânico — Rio de Janeiro
Os sintomas podem variar ou não aparecer. Quando há corrimento, odor, irritação ou desconforto, a avaliação ajuda a diferenciar a tricomoníase de outras alterações vaginais.
Algumas pessoas não percebem nenhuma alteração, mas ainda podem transmitir a infecção. Por isso, uma possível exposição ou o diagnóstico de uma parceria merece orientação.
Quando presentes, as manifestações podem incluir alteração no corrimento e no odor, coceira, ardência, desconforto ao urinar ou dor durante as relações.
Quando a tricomoníase é confirmada, as parcerias sexuais precisam receber orientação e tratamento, mesmo sem sintomas, para reduzir o risco de transmissão e reinfecção.
O histórico, o exame ginecológico e os testes indicados são interpretados em conjunto.
A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que pode afetar o trato genital e urinário.
A infecção pode permanecer sem sintomas. Quando existem manifestações, podem ocorrer alterações no corrimento e no odor, coceira, irritação, ardência ao urinar ou desconforto durante as relações.
Como esses sinais também podem aparecer na candidíase, na vaginose bacteriana e em outras condições, a aparência do corrimento não é suficiente para confirmar a causa.
A avaliação considera os sintomas, o histórico da paciente e os achados do exame ginecológico. Quando indicados, testes complementares ajudam a confirmar a infecção e orientar o tratamento.
A consulta começa com uma conversa sobre corrimento, odor, coceira, ardência, dor, início dos sintomas, possíveis exposições, tratamentos já utilizados e resultados de exames disponíveis.
Quando necessário, são avaliadas a vulva, a vagina, o colo do útero e as características do conteúdo vaginal, sempre com privacidade, cuidado e respeito aos limites da paciente.
A microscopia do conteúdo vaginal ou outros testes laboratoriais podem ser indicados para auxiliar na confirmação da tricomoníase e na diferenciação de outras causas de corrimento e irritação.
Quando a infecção é confirmada, são discutidos o tratamento, os cuidados durante esse período, a orientação das parcerias sexuais e o acompanhamento necessário para reduzir o risco de transmissão e reinfecção.
“Medicina é escuta, ciência e individualização.
A Dra. Fernanda Satty é ginecologista e oferece um atendimento baseado em escuta atenta, evidências científicas e decisões compartilhadas.
Durante a consulta, considera o histórico, os sintomas, as necessidades e as preferências de cada paciente para conduzir uma avaliação cuidadosa e orientar as possibilidades de investigação, prevenção ou tratamento.
Seu objetivo é proporcionar um espaço acolhedor e sem julgamentos, no qual cada mulher possa compreender melhor sua saúde e participar das decisões sobre o próprio cuidado.
As consultas podem ser realizadas em português ou inglês.
Atendimento presencial no Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Experiências relacionadas ao acolhimento, à escuta cuidadosa e à forma como cada etapa da consulta é explicada.
“A consulta foi muito acolhedora. Consegui explicar todos os sintomas sem pressa e recebi orientações claras sobre o que poderia estar acontecendo e quais seriam os próximos passos.”
“Foi a primeira vez que senti que meu histórico foi realmente considerado. A Dra. Fernanda ouviu com atenção, fez perguntas importantes e explicou cada parte da avaliação de forma muito tranquila.”
“Eu já havia feito outros tratamentos, mas os sintomas continuavam voltando. Gostei da maneira cuidadosa como meu caso foi avaliado e de receber explicações que finalmente fizeram sentido para mim.”
“O atendimento foi delicado e respeitoso do início ao fim. Senti liberdade para falar sobre assuntos que normalmente me deixavam desconfortável e fui recebida sem nenhum tipo de julgamento.”
“Além da atenção durante a consulta, gostei muito da forma como os achados foram explicados. Saí entendendo melhor meu corpo e com mais clareza sobre o acompanhamento.”
O histórico, o exame ginecológico e os testes indicados ajudam a diferenciar a tricomoníase de outras alterações.
Reunimos dúvidas comuns sobre sintomas, diagnóstico, tratamento, parcerias sexuais, reinfecção e acompanhamento após o tratamento.
Não. Muitas pessoas não percebem sinais da infecção. Quando os sintomas aparecem, podem ocorrer alteração no corrimento e no odor, coceira, irritação, ardência ao urinar ou desconforto durante as relações.
O diagnóstico considera o histórico, os sintomas e o exame ginecológico. Dependendo do caso, podem ser indicados a microscopia do conteúdo vaginal ou outros testes laboratoriais para pesquisar o protozoário responsável pela infecção.
A aparência do corrimento pode levantar uma possibilidade, mas não confirma sozinha a infecção. Candidíase, vaginose bacteriana, alterações do colo do útero e outras condições podem causar manifestações semelhantes.
Sim. A tricomoníase é uma infecção tratável e curável. O tratamento é feito com medicamento prescrito após avaliação médica. O esquema deve ser seguido conforme orientado, mesmo que os sintomas melhorem antes do término.
Sim. As parcerias sexuais precisam receber orientação e tratamento quando a tricomoníase é confirmada, mesmo que não apresentem sintomas. Esse cuidado ajuda a interromper a transmissão e a reduzir o risco de reinfecção.
Sim. O tratamento de uma infecção não impede uma nova transmissão. A reinfecção pode ocorrer quando uma parceria não foi tratada, quando há nova exposição ou quando as relações são retomadas antes da orientação adequada.
As relações devem ser evitadas até que a paciente e as parcerias tenham concluído o tratamento indicado e os sintomas tenham desaparecido. A orientação específica pode variar conforme o esquema prescrito e o quadro clínico.
Uma nova testagem pode ser orientada após o tratamento, principalmente por causa da possibilidade de reinfecção. O momento adequado depende do teste utilizado, do histórico da paciente e da presença ou retorno dos sintomas.
Existem possibilidades de tratamento durante a gestação, mas a escolha deve ser orientada após avaliação médica. Gestantes com sintomas, possível exposição ou resultado positivo devem informar a equipe responsável pelo pré-natal e evitar medicamentos por conta própria.
O consultório está localizado em uma região tranquila e arborizada, em um espaço pensado para proporcionar privacidade, acolhimento e tranquilidade durante o atendimento.
Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.
Entre em contato com a equipe para consultar a disponibilidade de horários.
+55 (21) 99867-5642