Algumas variações podem ser naturais
A quantidade e a consistência do conteúdo vaginal podem mudar ao longo do ciclo menstrual, com o uso de hormônios ou em diferentes fases da vida, sem necessariamente indicar uma doença.
Mudanças persistentes na cor, quantidade, consistência ou odor do corrimento, especialmente com coceira, ardência ou desconforto, podem ser avaliadas em consulta para investigar a causa e orientar o cuidado.
Atendimento presencial e bilíngue no Jardim Botânico — Rio de Janeiro
Observar quando a mudança começou, como ela se apresenta e se existem outros sintomas ajuda a direcionar uma avaliação mais cuidadosa e individualizada.
A quantidade e a consistência do conteúdo vaginal podem mudar ao longo do ciclo menstrual, com o uso de hormônios ou em diferentes fases da vida, sem necessariamente indicar uma doença.
Alterações que permanecem ou retornam na cor, no odor, na consistência ou na quantidade podem precisar de investigação, principalmente quando são diferentes do padrão habitual.
Coceira, ardência, odor, irritação, dor, desconforto nas relações ou sangramento são informações importantes para compreender o quadro e orientar os métodos indicados.
As características percebidas são avaliadas junto ao histórico, ao exame ginecológico e aos métodos indicados.
A vagina e o colo do útero produzem secreções que ajudam a manter a região lubrificada. A quantidade, a aparência e a consistência desse conteúdo podem variar ao longo do ciclo menstrual e em diferentes fases da vida.
O termo corrimento vaginal costuma ser usado quando a paciente percebe uma secreção ou uma mudança diferente do seu padrão habitual. Essa alteração pode envolver cor, consistência, quantidade ou odor.
O corrimento pode estar relacionado a condições como candidíase, vaginose bacteriana, tricomoníase ou inflamações do colo do útero, além de causas irritativas, hormonais e outras alterações não infecciosas.
A consulta reúne informações sobre os sintomas, avaliação ginecológica e, quando indicados, métodos complementares para investigar as possíveis causas e orientar os próximos passos.
A consulta começa com uma conversa sobre quando a alteração surgiu, como se apresenta, se há odor, coceira, ardência, dor ou outros sintomas e quais tratamentos já foram usados.
Quando necessário, são avaliadas a vulva, a vagina, o colo do útero e as características do conteúdo vaginal, sempre com privacidade, cuidado e respeito aos limites da paciente.
A microscopia do conteúdo vaginal ou outros exames podem ser indicados para auxiliar na diferenciação entre candidíase, vaginose, tricomoníase, alterações do colo do útero e outras possíveis causas.
Os achados são explicados e a conduta é definida conforme o quadro. Quando necessário, também são orientados o tratamento, os cuidados e o acompanhamento dos sintomas.
“Medicina é escuta, ciência e individualização.
A Dra. Fernanda Satty é ginecologista e oferece um atendimento baseado em escuta atenta, evidências científicas e decisões compartilhadas.
Durante a consulta, considera o histórico, os sintomas, as necessidades e as preferências de cada paciente para conduzir uma avaliação cuidadosa e orientar as possibilidades de investigação, prevenção ou tratamento.
Seu objetivo é proporcionar um espaço acolhedor e sem julgamentos, no qual cada mulher possa compreender melhor sua saúde e participar das decisões sobre o próprio cuidado.
As consultas podem ser realizadas em português ou inglês.
Atendimento presencial no Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Experiências relacionadas ao acolhimento, à escuta cuidadosa e à forma como cada etapa da consulta é explicada.
“A consulta foi muito acolhedora. Consegui explicar todos os sintomas sem pressa e recebi orientações claras sobre o que poderia estar acontecendo e quais seriam os próximos passos.”
“Foi a primeira vez que senti que meu histórico foi realmente considerado. A Dra. Fernanda ouviu com atenção, fez perguntas importantes e explicou cada parte da avaliação de forma muito tranquila.”
“Eu já havia feito outros tratamentos, mas os sintomas continuavam voltando. Gostei da maneira cuidadosa como meu caso foi avaliado e de receber explicações que finalmente fizeram sentido para mim.”
“O atendimento foi delicado e respeitoso do início ao fim. Senti liberdade para falar sobre assuntos que normalmente me deixavam desconfortável e fui recebida sem nenhum tipo de julgamento.”
“Além da atenção durante a consulta, gostei muito da forma como os achados foram explicados. Saí entendendo melhor meu corpo e com mais clareza sobre o acompanhamento.”
O histórico, os sintomas associados, o exame ginecológico e os métodos indicados são avaliados em conjunto.
Reunimos algumas dúvidas comuns sobre secreção vaginal, possíveis causas, exames, automedicação e sinais que merecem avaliação ginecológica.
Não. A vagina e o colo do útero produzem secreções naturalmente. A quantidade e a consistência podem variar ao longo do ciclo menstrual, com o uso de hormônios e em diferentes fases da vida. A avaliação é mais importante quando existe uma mudança persistente do padrão habitual ou surgem outros sintomas.
Mudanças persistentes ou recorrentes na cor, quantidade, consistência ou odor merecem atenção, especialmente quando acompanhadas de coceira, ardência, irritação, dor, desconforto nas relações ou sangramento.
Não. A cor e a aparência podem fornecer informações, mas não confirmam sozinhas a causa. Condições diferentes podem produzir corrimentos semelhantes, e uma mesma condição pode se apresentar de formas diferentes entre as pacientes.
Não necessariamente. Candidíase e vaginose bacteriana, por exemplo, não são classificadas como infecções sexualmente transmissíveis. No entanto, tricomoníase, clamídia, gonorreia e outras infecções também podem causar corrimento, por isso o contexto da paciente é considerado durante a avaliação.
Sim. Mais de uma condição pode estar presente ao mesmo tempo, fazendo com que os sintomas e a aparência do corrimento não sigam um padrão específico. Essa é uma das razões pelas quais o tratamento não deve ser escolhido somente pela aparência da secreção.
O uso de medicamentos sem avaliação pode não tratar a causa correta, alterar temporariamente os sintomas ou dificultar a interpretação do quadro. Isso é especialmente importante quando os sintomas persistem, retornam ou já foram tratados anteriormente sem melhora.
Dependendo do histórico e dos achados do exame ginecológico, a avaliação pode incluir microscopia do conteúdo vaginal, análise do pH, testes para fungos, bactérias, tricomoníase ou outras infecções. Nem todas as pacientes precisam dos mesmos exames.
A avaliação deve ser priorizada quando o corrimento vier acompanhado de dor pélvica ou no baixo ventre, febre, sangramento fora do período menstrual, sangramento após as relações, dor importante ou durante a gestação. Esses sinais podem exigir uma investigação mais abrangente.
O consultório está localizado em uma região tranquila e arborizada, em um espaço pensado para proporcionar privacidade, acolhimento e tranquilidade durante o atendimento.
Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.
Entre em contato com a equipe para consultar a disponibilidade de horários.
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