Avaliação mesmo sem sintomas
Clamídia e gonorreia podem estar presentes sem provocar alterações perceptíveis. Uma possível exposição, um resultado positivo ou o diagnóstico de uma parceria também justificam a avaliação.
Avaliação de sintomas, possível exposição ou resultado positivo, com orientação sobre exames, tratamento e prevenção de uma nova infecção.
Atendimento presencial e bilíngue no Jardim Botânico — Rio de Janeiro
A consulta considera sintomas, possíveis exposições, resultados anteriores e o histórico das parcerias para orientar os exames, o tratamento e os cuidados posteriores.
Clamídia e gonorreia podem estar presentes sem provocar alterações perceptíveis. Uma possível exposição, um resultado positivo ou o diagnóstico de uma parceria também justificam a avaliação.
Os exames são definidos conforme o histórico, os sintomas e os locais de possível exposição. Outras infecções também podem ser investigadas quando houver indicação.
Quando o diagnóstico é confirmado, são orientados o tratamento, os cuidados com as parcerias e o momento adequado para retomar as relações e realizar o acompanhamento.
A ausência de corrimento, ardência ou dor não exclui a possibilidade de clamídia ou gonorreia. A avaliação também pode ser indicada após uma possível exposição ou o diagnóstico de uma parceria.
Clamídia e gonorreia são infecções sexualmente transmissíveis causadas por bactérias diferentes. Elas podem afetar a região genital e, conforme o tipo de contato sexual, também podem estar presentes no reto ou na garganta.
É causada pela bactéria Chlamydia trachomatis. Muitas mulheres não percebem sintomas. Quando eles aparecem, podem incluir corrimento vaginal diferente do habitual e ardência ao urinar.
É causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae. Também pode ocorrer sem sintomas ou provocar alterações discretas, como aumento do corrimento, ardência ao urinar ou sangramento fora do período menstrual.
Corrimento vaginal diferente do habitual
Ardência ou desconforto ao urinar
Dor no baixo ventre ou desconforto pélvico
Sangramento fora da menstruação ou durante a relação
A investigação considera os sintomas, o histórico sexual, uma possível exposição e os locais que possam ter tido contato, para orientar os exames e os cuidados indicados em cada situação.
A consulta começa com uma conversa reservada sobre sintomas, possíveis exposições, resultados anteriores, uso de preservativo e diagnóstico em alguma parceria. Essas informações ajudam a direcionar a investigação.
Conforme o histórico, podem ser solicitadas amostras de urina ou coletas da região vaginal ou do colo do útero. Quando houver indicação, a garganta e a região anal também podem ser avaliadas de acordo com os locais de exposição.
Quando a infecção é identificada, o tratamento é realizado com antibióticos. A medicação, a forma de uso e a duração variam conforme o diagnóstico, os achados clínicos, a possibilidade de gestação, alergias e outros fatores.
A paciente recebe orientações sobre as parcerias, o período de cuidado antes de retomar as relações e a prevenção de uma nova infecção. Conforme o caso, pode ser indicada nova testagem e investigação de outras ISTs.
“Medicina é escuta, ciência e individualização.
A Dra. Fernanda Satty é ginecologista e oferece um atendimento baseado em escuta atenta, evidências científicas e decisões compartilhadas.
Durante a consulta, considera o histórico, os sintomas, as necessidades e as preferências de cada paciente para conduzir uma avaliação cuidadosa e orientar as possibilidades de investigação, prevenção ou tratamento.
Seu objetivo é proporcionar um espaço acolhedor e sem julgamentos, no qual cada mulher possa compreender melhor sua saúde e participar das decisões sobre o próprio cuidado.
As consultas podem ser realizadas em português ou inglês.
Atendimento presencial no Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Experiências relacionadas ao acolhimento, à escuta cuidadosa e à forma como cada etapa da consulta é explicada.
“A consulta foi muito acolhedora. Consegui explicar todos os sintomas sem pressa e recebi orientações claras sobre o que poderia estar acontecendo e quais seriam os próximos passos.”
“Foi a primeira vez que senti que meu histórico foi realmente considerado. A Dra. Fernanda ouviu com atenção, fez perguntas importantes e explicou cada parte da avaliação de forma muito tranquila.”
“Eu já havia feito outros tratamentos, mas os sintomas continuavam voltando. Gostei da maneira cuidadosa como meu caso foi avaliado e de receber explicações que finalmente fizeram sentido para mim.”
“O atendimento foi delicado e respeitoso do início ao fim. Senti liberdade para falar sobre assuntos que normalmente me deixavam desconfortável e fui recebida sem nenhum tipo de julgamento.”
“Além da atenção durante a consulta, gostei muito da forma como os achados foram explicados. Saí entendendo melhor meu corpo e com mais clareza sobre o acompanhamento.”
O consultório não realiza atendimento direto por planos de saúde, mas fornece os documentos referentes à consulta para que a paciente possa solicitar reembolso à operadora.
Entenda quando procurar avaliação, como os exames podem ser realizados e quais cuidados fazem parte do tratamento e da prevenção de uma nova infecção.
Não. As duas são infecções sexualmente transmissíveis bacterianas, mas são causadas por bactérias diferentes. A clamídia é causada pela Chlamydia trachomatis, enquanto a gonorreia é causada pela Neisseria gonorrhoeae.
Elas podem provocar manifestações semelhantes e também podem estar presentes ao mesmo tempo, mas a definição do tratamento depende do diagnóstico.
Sim. Muitas mulheres não percebem sintomas ou apresentam alterações discretas. Por isso, uma possível exposição, um resultado positivo ou o diagnóstico em uma parceria também podem justificar a avaliação, mesmo sem corrimento, ardência ou dor.
A avaliação pode ser indicada diante de corrimento diferente do habitual, ardência ao urinar, dor pélvica, sangramento fora da menstruação ou durante a relação.
Também é válido procurar atendimento após uma possível exposição, ao receber um resultado positivo ou quando uma parceria informa ter recebido o diagnóstico.
A investigação pode utilizar amostra de urina ou material coletado da vagina ou do colo do útero. O tipo de exame e o local da coleta são definidos conforme o histórico, os sintomas e os locais de possível exposição.
Sim. Clamídia e gonorreia podem estar presentes na garganta ou no reto, conforme o tipo de contato sexual. Por isso, essas regiões podem ser incluídas na investigação quando houver indicação.
Sim. As duas infecções podem ocorrer simultaneamente. A investigação costuma considerar essa possibilidade e o tratamento é definido de acordo com os resultados, o histórico e os achados da avaliação.
Sim. O tratamento é realizado com antibióticos, mas a medicação, a forma de uso e a duração não devem ser definidas por conta própria.
A escolha considera qual infecção foi identificada, possíveis alergias, gestação, local da infecção, sintomas e outros aspectos clínicos.
Sim. As parcerias recentes precisam receber orientação, avaliação e tratamento quando indicado, mesmo que não tenham sintomas.
Esse cuidado é importante para interromper a transmissão e reduzir o risco de a paciente adquirir novamente a infecção após concluir o tratamento.
O prazo depende do tratamento prescrito. Em muitos esquemas, recomenda-se aguardar pelo menos sete dias após o tratamento ou até concluir toda a medicação.
Também é necessário que as parcerias tenham sido tratadas e que eventuais sintomas tenham desaparecido. A orientação específica é fornecida durante o atendimento.
Uma nova testagem costuma ser recomendada aproximadamente três meses após o tratamento, principalmente pelo risco de reinfecção.
Algumas situações podem exigir um controle em outro prazo, como gestação, gonorreia na garganta, sintomas persistentes, dúvida sobre o uso correto da medicação ou suspeita de nova exposição.
Em algumas mulheres, a infecção pode avançar para os órgãos reprodutivos e provocar doença inflamatória pélvica. Isso pode estar associado a dor pélvica persistente, dificuldade para engravidar e maior risco de gestação fora do útero.
Procurar avaliação e realizar adequadamente o tratamento ajuda a reduzir o risco dessas complicações.
Sim. Durante a gestação, a escolha do antibiótico e o acompanhamento precisam considerar a segurança materna e fetal. Também pode ser necessário confirmar a resposta ao tratamento em um prazo definido pela médica.
Gestantes com suspeita, exposição ou resultado positivo devem comunicar o obstetra e procurar orientação sem usar medicamentos por conta própria.
A consulta é particular e a Dra. Fernanda Satty não realiza atendimento direto por planos de saúde.
Após o atendimento, o consultório fornece a nota fiscal ou o recibo e os documentos médicos cabíveis para que a paciente possa solicitar o reembolso à operadora.
A possibilidade e o valor do reembolso dependem do contrato e das regras de cada plano. Recomendamos confirmar previamente com a operadora a cobertura, os limites e os documentos exigidos.O consultório está localizado em uma região tranquila e arborizada, em um espaço pensado para proporcionar privacidade, acolhimento e tranquilidade durante o atendimento.
Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.
Entre em contato com a equipe para consultar a disponibilidade de horários.
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